Nessa guerra nossas armas são os livros
São deles que emana a fonte que nos mantêm vivos
Corremos contra o tempo pra depor político bandido
Nossas ruas verossímeis a Bagdá
Bíblias bois e balas pápápá!
A bala que perfura vem da arma do Estado
Os secundas estão prontos e organizados
Lutando pela paz nos pais da fome
Perguntam pela verba que sempre some!
Nas favelas Marighellas urdem por revolução
Ocupam escolas
Pedem por educação
De mãos dadas sobrevivem ao ditador
Que burlou a eleição
Engana todo mundo, mas nós não!
-Janaína Santana