Sou neta das bruxas queimadas
Sou filha da geração empoderada
Sou Pagu, Penha,Olga, Zuzu
Ontem grito sufragista hoje brado feminista
Outro grito insiste em o meu ofuscar
É a desigualdade que grita palavras de ordem tentando conter a força que do meu sexo nada frágil escorre
Resisto,insisto digo que existo
E como Frida jamais me kahlo
O meu estrógeno é a kriptonita dos ralos pensamentos laxos desses machos.
- Janaína Santana